QUEM LEMBRA?
http://www.wbrasil.com.br/w_copa/filmes/filme6.mov
Esse é um filminho publicitário premiado que discursa sobre a diferença entre um populista e um estadista. Um populista é aplaudido por uma série de números fáceis, simploriamente manipulados (como os índices de "crescimento" do governo Lula se comparados com os do FHC) mas ao longo do tempo seu governo onera o Estado e dificulta os governos seguintes (como por exemplo os cabides de emprego do Lula).
Um estadista é duramente criticado durante todo o seu governo (FHC é considerado como "entreguista" pelos de "esquerda" e, concomitantemente, como um "comunistazinho" pelos de "direita"). Seu verdadeiro valor só é reconhecido depois de sua morte, quando se evidencia que seu legado são benefícios de longo prazo.
Escrito por Dani B às 01h11
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Não sei o que passa pela cabeça da direção da Globo.
Será que eles não percebem que não detém mais o monopólio do poder da informação?
Será que a experiência do desarmamento não ensinou a eles a lição?
A internet e sua interatividade alterou completamente a relação dos meios de comunicação com os cidadãos. A internet é mais veloz, mais plural e mais dinâmica. É um poder construído coletivamente, e não um poder que é monopolizado porque emana de um centro.
Antes do crescimento do uso da internet, se um grande veículo se posicionava assim ou assado, os demais veículos corriam atrás e as idéias se horizontalizavam. A mentalidade do cidadão era facilmente manipulável. Agora, se um grande veículo se posiciona em sentido contrário às diversidades de opinião expostas na grande rede, ou se solenemente as ignora, quem perde crédito é o grande veículo.
As informações expostas na internet se espalham na sociedade pelas diversas classes: é a conversa na portaria do prédio, na academia, na fila do supermercado.
Acho que a Globo não se flagrou ainda disso. Não adianta ter um globo.com. Isso não é ESTAR na internet. Estar na internet é INTERAGIR com o mundo que circula nela. É RESPEITAR a existência da pluralidade, da diversidade, de outros pontos de vista. É RECONHECER que fatos menos interessantes, num primeiro momento, podem se tornar temas centrais de debate na sociedade se estiverem circulando na internet.
Escrito por Dani B às 12h28
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